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1º de maio: desemprego gera manifestações ao redor do mundo

1º de maio: desemprego gera manifestações ao redor do mundo

Manifestantes participam de comício na praça Hermannplatz em Berlim, na Alemanha, neste sábado (1º). Foto: Markus Schreiber/AP

Os efeitos econômicos da pandemia estão aparecendo cada vez mais claramente. Nesse 1º de maio, um levantamento da Acordo Certo, plataforma de negociação de dívida, aponta que 84% das pessoas perderam o emprego ou conhecem alguém que perdeu o trabalho por causa da pandemia.

Dos que responderam que perderam o emprego durante a pandemia,81% até agora não conseguiu recolocação profissional. Mesmo para quem continuou ocupado, a vida não foi tão fácil. Dos que têm ocupação, 16% tiveram diminuição do salário, 14% diminuição da jornada de trabalho, 10% trabalharam mais do que o combinado ou fizeram hora extra e 34% afirmam que a situação de trabalho permaneceu igual.

Significado do emprego

A crise mostrou, claramente, a quase todos a importância de manter a empregabilidade neste cenário. Neste sentido, 96% afirmam que ter um emprego é muito importante, 88% preferem trabalhar em uma área diferente a ficar sem trabalho, 78% preferem ter redução do salário do que ficar sem nenhuma fonte de renda e 63% preferem ter um trabalho ainda que trabalhando mais e ganhando a mesma coisa ou até menos.

Pela segunda vez consecutiva, o mundo assistiu as manifestações do Dia Internacional do Trabalho (1º de maio) aconteceram com restrições para evitar contaminações pelo coronavírus.

Mesmo assim, houve atos em países da Europa, como França, Alemanha e Inglaterra; e na África como o Quênia. Em todas elas, os manifestantes pediram melhores condições de vida durante a pandemia. Confira as fotos!

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