Na tarde de ontem, quinta-feira (7), a Polícia Federal indiciou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) e outras 11 pessoas por corrupção passiva e ativa por desvio de recursos públicos e falsidade ideológica, além de supostas ilegalidades cometidas durante a construção da Cidade Administrativa, sede do Governo de Minas.
Segundo o relatório da PF entregue à Justiça, o processo de licitação teria sido dirigido para que um grupo de empreiteiras vencesse o pleito. Há, ainda, indícios de desvio de recursos públicos por meio de contratações fictícias, cujas prestações de serviços não foram executadas na obra. A investigação apontou que os prejuízos aos cofres públicos totalizaram quase R$ 747 milhões.
Em nota, a assessoria de Aécio Neves afirma que a “conclusão da autoridade policial é absurda e contraria as investigações da própria PF que, depois de mais de três anos de investigações, não encontrou nada que comprometesse a atuação do Deputado Aécio Neves”.
(Com agências)

