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Apenas 40% dos vereadores de João Monlevade conseguiram se reeleger

Projeto que viabilizaria 13° salário e pagamento do 1/3 de férias aos vereadores não será votado

Foto: Luciano Vidal/DeFato Online

A Câmara dos Vereadores em João Monlevade passará por uma renovação. Isso porque, dos atuais quinze vereadores que frequentam o Legislativo, apenas seis continuarão representando os monlevadenses. Permanecem exercendo o papel: Leles Pontes (Republicanos), Revetrie Teixeira (MDB), Belmar Diniz (PT), Thiago Titó (PDT), Tonhão (Cidadania) e Vanderlei Miranda (PL).

O atual presidente da Câmara, Leles Pontes foi o candidato mais bem votado na cidade, com 1.016 votos. Em seguida, Revetrie, com 929 votos. Os ex-vereadores Doró da Saúde (PSD) e Rael Alves (PSDB) estarão novamente representando Monlevade na Câmara. Doró teve 619 confiando no trabalho dele, enquanto 806 apoiaram Rael.

Thiago Titó ficou com 724 votos; já Belmar Diniz fechou a conta na casa dos 480. Também seguindo na Casa, Vanderlei Miranda vai para o quarto mandato, com 566 votos. O vereador Tonhão teve 422 pessoas confiando no trabalho dele.

“Cara nova”

Debutando no Legislativo, constam: Percival Machado, conhecido popularmente como Doutor Presunto (PDT); que obteve 775 votos. Já o ex-prefeito Gustavo Prandini (PTB) apareceu na lista com 561; Pastor Lieberth (DEM) ficou com 543; Fernando Linhares (DEM) na casa dos 449; Marcos Dornelas (PDT) 424 votos; 394 pessoas depositaram a confiança em Gustavo Maciel (Podemos) e 313 cidadãos escolheram Bruno Nepomuceno Braga, alcunhado de Cabeção (Avante).

Surpresa

Os vereadores Guilherme Nasser (MDB) e Sinval Jacinto Dias (PSDB) não conseguiram reeleição. Sinval têm 24 anos atuando na Câmara, enquanto Guilherme buscava o terceiro mandato consecutivo no Legislativo. Como primeiro suplente, o experiente Sinval aparece com 728 votos. Já Nasser ficou com 585 votos.

Na Justiça

A candidata Andrea da Saúde (PTB) apareceu na lista final com 717 votos. No entanto, a candidatura dela está impugnada. Na quarta-feira (18) a Justiça irá decidir sobre este caso. Caso a decisão que está imposta até o momento seja reformada, Andrea será eleita e a ocupação dos cargos refeita.

 

 

 

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