Nesta quinta-feira (3), completa uma semana que Diogo Monteiro Chaves e Magnum Ferreira de Souza, o Loirinho, fugiram do presídio de João Monlevade. Até a divulgação dessa matéria eles não haviam sido recapturados.
Diogo e Magnum se enquadravam no regime semiaberto, que é quando o detento pode trabalhar no ambiente externo das celas. Assim, no último dia 26, por volta das 6h30, eles estavam em uma oficina interna do presídio, quando conseguiram lixar o cadeado da cela. Ao terem acesso a uma outra sala, eles conseguiram pular uma janela do prédio e fugiram. A fuga foi percebida minutos depois. Os dois homens trajavam calça e camisa cinza, uniformes específicos para trabalho na oficina. .
Ficha extensa
Em 2009, Diogo Monteiro Chaves foi preso no Vale do Aço, após roubar um carro junto de um comparsa, e fugir. Diogo chegou a declarar que era de Nova Era e que tinha parentes em João Monlevade. Os militares investigavam ainda o envolvimento dos dois em um plano de assalto a a uma agência bancária em Ipatinga, por meio do sequestro de um gerente.
Em 2012, Diogo foi preso novamente, desta vez em João Monlevade, por tráfico de drogas. Conforme consta em processo, ele estava no bairro Loanda junto a um homem, que era conhecido por chefiar o tráfico naquela comunidade. Os dois estavam em uma especie de depósito, onde comercializavam as drogas. Na casa de Diogo foi encontrado munições para arma calibre 38, binóculo, câmera fotográfica, quatro aparelhos celular e ainda, cinco papelotes de cocaína. Ele foi julgado e condenado a nove anos e quatro meses de prisão, em regime inicialmente fechado.
Loirinho tem ficha por assalto a dois estabelecimentos comerciais na cidade de Rio Piracicaba. Ele foi reconhecido pelas testemunhas devido a uma tatuagem em uma das mãos, uma espécie de teia de aranha.

