O cantor e compositor Gabrí Alves sempre foi apaixonado pela música. Aos 11 anos de idade ele já cantava e compunha as suas próprias canções e aos 12 recebeu seu primeiro convite para integrar um grupo. Entretanto, foi aos 26 anos de idade, que ele se encontrou de vez no meio musical.
Por mais que sempre soubesse da conexão que possui com a música, aos 14 anos Gabrí decidiu “largar” a carreira para investir em uma outra paixão: o futebol. Durante um bom tempo se dedicou, exclusivamente, ao esporte. Passou por times como Atlético Mineiro e chegou a jogar na Europa. Mas no fundo, ele ainda sabia que a música fazia parte dele.
“Confesso que muitas vezes eu lutei para não trabalhar com a música, mas algo me perturbava. As composições vinham a minha mente o tempo todo. No banho, na rua, nos sonhos. Só que foi mais forte do que eu”, contou Gabrí.
Apesar de ter começado no samba, o músico explica que sua paixão sempre foi o forró. E fala do quanto é influenciado por bandas como: “Garota Safada” e “Aviões do Forró”. Contudo, conta com um repertório variado. “Eu gosto de explorar de tudo um pouco. Canto funk, sertanejo, lambada. Busco diversificar”, relatou.
Projetos Futuros
Devido a pandemia do novo coronavírus, Gabrí precisou adiar o lançamento de um trabalho que estava previsto para o inicio do ano. No entanto, ele segue firme buscando colocar o seu trabalho no mercado. Além de duas músicas que já rodam nas ondas das rádios itabiranas, ele também possuí o vídeo clipe da música: “Amar, sofrer e chorar”. Mas as expectativas estão em cima do seu novo lançamento, “Solteiro Farra”. O clipe ainda não foi gravado, mas a música já está disponível no canal do Gabrí Alves.
Público Alvo?
O cantor faz questão de deixar claro que ele não tem um público alvo, pois busca levar a música para todos. Ele ainda complementa dizendo que em seu novo projeto pretende levar ao publico sentimentos variados.
“Meu novo projeto passa por todas as áreas do sentimento: a alegria, a dor, o sofrimento, a conquista, a farra, o amor e também a fase do funk que é essa fase mais adolescente, jovial. Ou seja, é um trabalho para todas as idades”, concluiu.

