Este sábado, 7, marcou o início de uma nova era para a cidade de Paris, na França. A Catedral de Notre-Dame, um símbolo do catolicismo europeu, reabriu suas portas hoje, cinco anos após um incêndio violento que destruiu uma de suas torres, provocando o desabamento de seu teto.
Naquele dia 15 de abril de 2019, o mundo acompanhou ao vivo as cenas do incêndio na construção. A partir de uma iniciativa do governo francês em parceria com entidades e organizações privadas, a catedral reabriu em apenas cinco anos.
A reconstrução de Notre-Dame era também uma das bandeiras políticas do presidente francês, Emmanuel Macron, em seu atual mandado. Em meio a um turbulento período da história de seu país, marcado por conflitos de natureza religiosa e de classes. Como os casos de xenofobia e terrorismo contra imigrantes e manifestações de massa como os “coletes amarelos”, o projeto significa uma possibilidade de capitalização política para Macron.
Na cerimônia de reabertura, que aconteceu hoje, o presidente francês convidou Donald Trump (presidente eleito dos EUA), Volodymyr Zelensky (presidente da Ucrânia) e o príncipe William, do Reino Unido, entre outras lideranças estrangeiras.
A Catedral de Notre Dame é uma construção da era medieval que sobrevive há 860 anos na paisagem da capital francesa. Ao longo desse longo período, a construção passou por diversas e variadas reformas. O governo francês angariou um valor estimado em 860 milhões de euros para realizar a reforma após o incêndio de 2019. Agora, espera-se que a catedral receba mais de 15 milhões de visitantes de todo o mundo anualmente.
Texto escrito a partir de informações da Agência Brasil e France 24

