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Clubes do futebol brasileiro e jogadores seguem sem acordo sobre paralisação

auxílio emergencial

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Times e jogadores do futebol brasileiro ainda não chegaram a um acordo de como atravessar os efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no âmbito econômico. A Comissão Nacional de Clubes (CNC) propôs reduzir em 25% o salário dos atletas durante o período de paralisação do futebol. Entretanto, a Federação Nacional dos Atletas Profissionais de Futebol (Fenapaf) não aceitou a proposta, alegando que ela fere a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)  e também foi rejeitada por sindicatos estaduais e municipais da categoria. Uma nova reunião da CNC, por videoconferência, está marcada para esta quinta-feira (26).

A negativa dos representantes dos jogadores foi encaminhada ontem (25) ao presidente do Fluminense, Mario Bittencourt, que representa as grandes equipes brasileiras. Os atletas também querem que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) seja uma espécie de avalista do acordo, garantindo assim o pagamento do salário do mês de março, parcela dos direitos de imagens e as férias a serem usufruidas em abril.

Em nota oficial, publicada no site da Fenapaf,  a entidade pontua: “Sobre a proposta apresentada pela Comissão Nacional de Clubes sobre a sequência do cumprimento das obrigações contratuais durante o período da paralização, informamos que a posição colhida dos sindicatos de classe e da grande maioria dos atletas, e remetidas à esta Federação, foi enviada oficialmente ao representante da Comissão, Dr. Mário Bittencourt”.

(Agência Brasil)

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