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Com faixas contra Moraes e pedidos de anistia, manifestantes se espalham por cidades brasileiras neste domingo; veja o resumo

manifestantes

Foto: Reprodução TV Globo

Milhares de manifestantes se reuniram em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), realizando protestos neste domingo (3) em diversas cidades brasileiras. Convocados por aliados políticos de Bolsonaro, os atos ocorreram em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília e Vitória, além de cidades do interior. Além de cartazes com críticas à atuação do ministro Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF), também foram registradas declarações contrárias à legitimidade das eleições de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em São Paulo o protesto teve início por volta das 14h, com concentração na Avenida Paulista, próximo ao Museu de Arte de São Paulo (MASP). Os manifestantes ocuparam cerca de três quadras da via, carregando faixas com críticas ao STF e pedidos de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas em Brasília. A manifestação foi encerrada por volta das 16h com discurso do pastor Silas Malafaia, um dos articuladores do movimento.

O ex-presidente Bolsonaro não participou presencialmente por estar submetido a restrições judiciais impostas por Moraes.

Em Brasília, manifestantes entoaram gritos de “Moraes ladrão, roubou a eleição”, e ironizaram as sanções dos Estados Unidos contra o ministro. 

No Rio de Janeiro, o ato aconteceu na orla de Copacabana e contou com a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL), que chegou a colocar o pai no viva-voz para falar brevemente com os presentes.

Em Belo Horizonte, o protesto ocorreu na Praça da Liberdade e foi organizado por movimentos locais. Já em Vitória, manifestantes cruzaram a Terceira Ponte em direção à capital com buzinaços e bandeiras do Brasil.

Embora o foco dos protestos tenha sido a defesa de Bolsonaro e a crítica ao Judiciário, em especial ao STF, os atos também pautaram reivindicações já vistas em mobilizações anteriores, como o pedido de intervenção militar, ainda que de forma mais discreta.

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