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CPMI do INSS aprovou quebra de sigilos bancário e fiscal de Lulinha

Em clima de tensão CPMI aprovou a quebra de sigilos de Lulinha-Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Devido à insistência da oposição há algumas semanas na convocação da quebra de sigilos bancários e fiscais de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, a CPMI do INSS analisou nesta quinta-feira (26) dezenas de requerimentos ligados ao tema.

O requerimento, assinado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar, argumenta que que mensagens interceptadas indicam que, ao ser questionado sobre o destino do pagamento dos R$ 300 mil na empresa de Roberta Luchsinger, o “Careca do INSS”, teria respondido que se tratava do “filho do rapaz”, que se presume ser o filho do presidente Lula, Lulinha.

Roberta é considerada peça-chave no núcleo político do esquema.

Alfredo Gaspar (União Brasil) afirma que documentos apontam repasses de R$ 1,5 milhão da Brasília Consultoria à RL Consultoria – empresa de Roberta- sob a justificativa de serviços supostamente prestados de consultoria em projetos alheios ao de atuação da contratante, o que poderia caracterizar transações sem lastro econômico real.

Além desses fatos, o colegiado analisou novas convocações e depoimentos, entre eles, o da diretora de Tecnologia da Informação do INSS, Léa Bressy Amorim.

Após essa etapa, a comissão que investiga fraudes e irregularidades na concessão de benefícios previdenciários vai ouvir o empresário Paulo Camisotti, o deputado estadual Edson Araújo e o advogado Cecílio Galvão.

Paulo é investigado por suposta participação de descontos não autorizados e é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso por acusação de envolvimento nas fraudes do INSS.

Araújo é mencionado nas apurações da PF por ter movimentado e recebido recursos de uma entidade ligada a trabalhadores da pesca e da aquicultura do Maranhão.

Já Galvão, teria recebido cerca de R$ 4 milhões de entidades investigadas por fraude, e é sócio de uma prestadora de serviços para instituto de previdência de cidades mineiras, do Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

*Fonte: VEJA

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