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Defesa de Bolsonaro aguarda laudo para pedir prisão domiciliar

Bolsonaro passa por cirurgia no ombro e segue em observação em hospital de Brasília

Bolsonaro continua internado em hospital de Brasília, sem previsão de alta- Foto: Reprodução/Instagram/Via Contigo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto nas eleições de 2026 e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou no sábado (14) que aguarda laudo médico para recorrer novamente à Justiça para concessão de prisão domiciliar ao seu pai, após visita feita a ele no Hospital DF Star, em Brasília.

O senador disse que o pedido vai se fundamentar no agravamento do quadro de saúde e da necessidade de acompanhamento contínuo.

Embora seu pai seja “muito bem tratado” onde está custodiado, passa longos períodos sozinho, o que representa risco diante dos efeitos colaterais dos medicamentos que utiliza e de eventuais emergências médicas.

“Ele passa muito tempo do dia sozinho, essa que é a nossa preocupação. Ele desequilibrar pelo efeito colateral do remédio que ele toma para tentar conter o soluço, sofrer um acidente, e aí alguém demorar até encontrá-lo”.

Flávio diz que o pai se encontra debilitado, com aparência abatida, voz enfraquecida e persistência de soluços, sintomas anteriormente já registrados.

Neste domingo (15), o Hospital DF Star informou em boletim que “o paciente apresentou melhora na função renal e está clinicamente estável”, mas sem previsão de alta da UTI, onde está desde a manhã da sexta-feira (13).

“Se tivesse demorado uma ou duas horas, podia realmente ter complicado, avançar para um quadro de infecção generalizada, o que reforça a importância de ele estar com um acompanhamento permanente, seja ele de familiares, seja de profissionais de saúde, 24 horas por dia, isso é possível em casa”, disse Flávio a jornalistas.

Bolsonaro foi condenado por tentativa de golpe de Estado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2025 e cumpre pena de 27 anos e três meses em regime fechado na Penitenciária da Papuda, em Brasília.

*Fonte: InfoMoney

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