O ex-presidente Jair Bolsonaro deve passar por nova cirurgia e sua defesa pede ao STF sua liberação ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, para o procedimento no Hospital DF Star, em Brasília, além de prisão domiciliar por questão humanitária.
A petição ao Supremo está baseada em laudos e documentos médicos que apontam a gravidade do quadro clínico de Bolsonaro.
Na petição, a defesa requer sua remoção ao hospital para intervenções cirúrgicas indicadas pelos médicos responsáveis e sua permanência na internação pelo tempo necessário para sua recuperação, que pode levar até sete dias.
Relatório médico encaminhado ao tribunal indica que Bolsonaro tem relatado dores e desconforto na região inguinal, agravados pela intermitente elevação da pressão abdominal provocado por soluços, que já lhe provocaram falta de ar e síncope, com risco de compensação súbita.
Na solicitação da prisão domiciliar, a defesa do ex-presidente sugere a adoção de monitoramento eletrônico e outras condições que Moraes queira fixar, além de solicitação para que Bolsonaro possa se deslocar para tratamento médico sem comunicação prévia à Justiça, podendo a comunicação ser feita posteriormente, em casos de urgência.
“Em consonância com a jurisprudência firmada desta Corte Suprema e com os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, do direito à saúde e da proteção integral ao idoso”.

