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Doar em Minas vai ficar mais barato: nova lei acaba com imposto sobre alimentos, remédios e produtos de higiene

Imagem: IA

Quem ajuda agora vai pagar menos imposto em Minas Gerais. Já está em vigor uma nova lei estadual que permite a isenção de ICMS nas doações de alimentos, medicamentos e produtos de higiene pessoal destinadas a entidades sociais e de saúde.

Na prática, a medida reduz custos, incentiva a solidariedade e facilita a chegada de itens básicos a quem mais precisa.

Como a isenção vai funcionar na prática

Antes da lei, empresas e doadores precisavam pagar imposto mesmo quando estavam doando mercadorias. Agora, o governo do Estado está autorizado a não cobrar o ICMS nessas operações, desde que a doação seja feita para instituições habilitadas.

Funciona assim:

Isso significa que a mesma doação pode render mais, ampliando o alcance das ações sociais.

Quem pode receber as doações sem imposto

A isenção vale para:

Todas precisam estar localizadas em Minas Gerais. Entidades com atuação internacional também podem ser beneficiadas, desde que tenham reconhecimento de utilidade pública.

Redução de taxas de veículos: o que muda

A lei também autoriza a redução de até 50% em taxas relacionadas a veículos, como:

Na prática, isso significa que o governo poderá diminuir o valor cobrado nesses serviços, o que pode beneficiar diretamente quem compra, vende ou regulariza veículos no estado. A aplicação depende de regulamentação do Poder Executivo.

Boletos com QR Code passam a ser obrigatórios

Outra mudança já em vigor obriga que boletos e guias de cobrança tragam opção de pagamento por QR Code, além do código de barras tradicional.

Isso vale para:

Na prática, o consumidor poderá:

A medida facilita o pagamento, reduz erros e agiliza a quitação de contas, principalmente para quem usa celular no dia a dia.

Leis já estão valendo

As mudanças fazem parte das Leis 25.716 e 25.723, aprovadas pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais e publicadas no Diário Oficial do Estado. As propostas são de autoria dos deputados Mário Henrique Caixa (PV) e Eduardo Azevedo (PL).

Com menos imposto para quem doa e mais facilidade para pagar contas, o objetivo é tornar o sistema mais simples, acessível e próximo da realidade da população mineira.

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