O presidente Jair Bolsonaro falou nesta segunda-feira (18) pela manhã, a apoiadores, em sua primeira aparição depois da aprovação de uso emergencial por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de duas vacinas contra a Covid-19.
“Apesar da vacina… Apesar não, né? A Anvisa aprovou, não tem o que discutir mais. Agora, havendo disponibilidade no mercado, a gente vai comprar e vai atrás de contratos que fizemos, que era para ter chegado vacina aqui. Então, está liberada a aplicação no Brasil. A vacina é do Brasil. Não é de nenhum governador, não. É do Brasil”, afirmou.
O presidente ainda não havia falado no assunto desde a aprovação da CoronaVac, da farmacêutica chinesa Sinovac que, no Brasil, é produzida em parceria com o Instituto Butantan, e da vacina de Oxford/Astrazeneca, produzida no Brasil em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Apesar de dizer que a vacina não é de nenhum governador, em 2020, o próprio presidentejá havia chamado a CoronaVac de ‘vacina chinesa de João Doria’, tendo criticado o imunizante ao longo de toda a pandemia do novo coronavírus. Bolsonaro chegou a dizer que não iria adquirir o imunizante em dezembro do ano passado, quando o ministro Eduardo Pazuello anunciou a aquisição de 46 milhões de doses.
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