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Em Itabira: Itaurb não renova dois contratos e avalia rompimento de outro com a empresa Evolução

Foto: Giovanna Victoria/DeFato

O diretor-presidente da Empresa de Desenvolvimento de Itabira (Itaurb), Leonardo Alexandre Silva Gonçalves, informou na última segunda-feira (25), durante sua prestação de contas na Câmara Municipal que dois contratos com a empresa Evolução, referentes aos serviços de varrição de ruas e de capina e roçada, não serão renovados. Ambos chegaram ao fim e, segundo ele, apresentaram falhas na execução, o que levou a diversas notificações, advertências e até multas aplicadas pela autarquia.

Um terceiro contrato, referente à coleta de lixo, segue em vigor até dezembro de 2025, mas também está sob avaliação. “Esse contrato ainda está em execução, mas não está indo para o caminho que a gente gostaria. Já tivemos várias modificações, advertências e até multas nesse contrato específico. O rompimento é uma construção. Primeiro você dialoga, depois notifica, e por último aplica multa. Se não houver melhora, pode ser rescindido antes do prazo”, explicou o diretor-presidente.

Reclamações e falhas nos serviços

A Evolução foi contratada em 2022. No entanto, de acordo com Leonardo, os problemas começaram apenas em 2025. Entre as falhas apontadas, estão o não recolhimento de material roçado e denúncias de más condições de trabalho relatadas por funcionários da empresa, incluindo atraso no pagamento do cartão-alimentação.

Continuidade dos serviços

Apesar da não renovação dos dois contratos, o diretor-presidente garantiu que não haverá paralisação na limpeza urbana. “A Evolução representa apenas cerca de 30% dos serviços de zeladoria. A Itaurb, como empresa própria, detém em torno de 70% e possui aproximadamente 800 funcionários. Por isso, conseguimos absorver essa demanda e dar continuidade aos trabalhos”, afirmou.

Com o encerramento dos contratos de varrição e capina, a autarquia estuda alternativas para atender a demanda. Já em relação ao contrato de coleta de lixo, Leonardo reiterou que a decisão dependerá da evolução do serviço nos próximos meses: “Estamos tratando isso na esfera administrativa, jurídica e operacional para seguir com uma cidade ordenada, que é a nossa premissa”.

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