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Ex-namorada de Vorcaro estuda ir à Justiça por exposição de mensagens nas redes sociais

A modelo e influenciadora- Martha Gaeffi- ex-namorada de Vorcaro- Foto: Reprodução/Instagram/Via G1

A modelo e influenciadora Martha Graeff, ex-namorada de Daniel Vorcaro, estuda acionar sua defesa e ir à Justiça contra a exposição nos diversos perfis de redes sociais de mensagens íntimas trocadas com o dono do Banco Master, preso na última quarta-feira (4).

Em nota enviada ao blog G1, a modelo afirma que está sendo vítima de “grave violência” com a divulgação nas redes de suas conversas com Vorcaro que não têm relação com a investigação do caso Master.

As mensagens entre Graeff e Vorcaro foram extraídas pela Polícia Federal (PF) dos celulares do banqueiro, apreendidos durante etapas anteriores da Operação Compliance Zero. Depois de ser enviado para a CPMI do INSS, o material foi vazado e tornado público pela imprensa.

A defesa afirma que serão tomadas todas as providências para a salvaguarda dos direitos de Graeff, “não hesitando em valer-se das medidas judiciais e extrajudiciais pertinentes contra aqueles que venham atentar contra a sua integridade ou privacidade”.

“Sra. Martha Graeff, através de seu advogado, informa que resta consternada em face da grave violência que vem sofrendo, considerando a exposição manifestamente ilegal e impressionantemente inútil de mensagens fragmentadas trocadas no sagrado ambiente restrito da intimidade de casal”. Nota assinada pelo advogado Lúcio de Constantino, que acrescenta que “Martha Graeff não mantém relacionamento com Daniel Vorcaro há meses e que ela jamais esteve envolvida em qualquer tipo de ilicitude penal”.

A defesa ressalta também que a publicidade é inócua a qualquer procedimento investigativo penal, mas também subversiva aos valores morais e constitucionais que asseguram a inviolabilidade da intimidade de sua cliente.

“Na realidade, tal difusão serve mais à desregrada vilipendiação da esfera privada feminina, que no contexto brasileiro ainda é tema que merece prudente atenção, não havendo falar em recreação com devassamento da vida privada de uma mulher”, finaliza a nota.

*Fonte: G1

 

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