A reunião ordinária na Câmara de João Monlevade terminou “mais cedo” na tarde dessa quarta-feira (24). E acreditem o motivo para isso: falta de quórum! Após cerca de 2h30 de reunião, somente sete legisladores ocupavam suas cadeiras. É necessário ter, no mínimo, oito parlamentares para dar quórum. Em Monlevade, 15 vereadores ocupam o Legislativo.
Estavam presentes no plenário os vereadores: Belmar Diniz (PT), Bruno Cabeção (Avante), Fernando Linhares (União), Leles Pontes (Republicanos), Rael Alves (PSDB), Thiago Titó (PDT) e Tonhão (Cidadania).
Quando Cabeção utilizava o seu momento de fala não tribuna popular, o presidente Fernando Linhares precisou intervir o colega e pediu para que Belmar Diniz fizesse uma verificação de quórum. Pasmem, não tinham vereadores suficientes para continuação da reunião ordinária e ela foi encerrada pelo presidente.
Vota, fala e tchau?
Desde que o Regimento Interno da Câmara de João Monlevade foi alterado, os projetos são votados logo após a ordem do dia, por volta de 14h15. Logo após vem a leitura da “ordem do dia”, a utilização da tribuna popular (caso seja requerida) e o tempo de fala de cada vereador.
Não é a primeira vez que alguns vereadores saem após utilizarem o próprio tempo de fala. Ou seja, não esperam os outros colegas parlamentares falarem e se ausentam do restante da reunião.
Na Câmara de Monlevade não é exigida a permanência do legislador até o “apito final” da reunião ordinária. Mas em caso de faltar quórum o presidente pode suspender a reunião por algum tempo (como na reunião passada por 10 minutos) ou dar-se por encerrada.

