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Governadores da direita reagem favoravelmente à intervenção de Trump na Venezuela

Para Tarcísio de Freitas, a ação de Trump pode representar a derrota da esquerda nas eleições do ano que vem- Foto: Paulo Guereta/Governo do Estado de São Paulo/Via CNN

Por meio das redes socais, os governadores representante da direita brasileira se manifestaram sobre a intervenção da armada americana na Venezuela e prisão do ditador Nicolás Maduro, no sábado (3). Todos se mostraram favoráveis à iniciativa do presidente Donald Trump.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ilustrou seu posicionamento com uma fotografia do presidente Lula abraçado a Maduro. Freitas fez uma relação entre o episódio e as eleições de 2026, destacando a possibilidade de derrota da esquerda no pleito de outubro.

Outros governadores possíveis presidenciáveis também se manifestaram.

O governador do Paraná, Ratinho Junior, salientou que a população venezuelana “estava sendo oprimida há décadas por tiranos antidemocráticos”. O chefe do Executivo paranaense parabenizou o presidente Donald Trump pela decisão que, segundo ele, teria libertado o povo venezuelano.

Para governador de Goiás, Ronaldo Caiado, “este 3 de janeiro entra para a história como o dia da libertação do povo venezuelano que vive há mais de 20 anos sob uma “narcoditadura chavista”.

Romeu Zema, governador de Minas Gerais, disse torcer para que a queda de Maduro permita que a Venezuela reencontre “paz, estabilidade e o caminho do desenvolvimento”.

No Rio de Janeiro, o governador Cláudio Castro escreveu que o povo venezuelano “tem motivos para comemorar, pois a ação de Trump representa o fim de uma tirania”.E Castro complementou: “Maduro é um ditador que viola direitos humanos, persegue opositores e não respeita valores democráticos, defendendo que a liberdade deve orientar as ações dos governos da América Latina e o combate ao narcoterrorismo no continente”, concluiu o político carioca.

o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, classificou o regime de Maduro como inadmissível, mas condenou o uso da força pelos Estados Unidos. Ele demonstrou preocupação com a escalada de tensão na região e os possíveis desdobramentos do conflito.

*Fonte: CNN

 

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