A pesquisa Genial/Quaest divulgada na útima sexta-feira (22) traz um cenário interessante para a corrida ao governo de Minas Gerais em 2026: o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) aparece com 28% das intenções de voto, liderando a disputa.
Em segundo lugar está o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido), com 16%. Logo atrás, surge o senador Rodrigo Pacheco (PSD), com 9%, seguido pelo vice-governador Mateus Simões (Novo), apoiado por Romeu Zema, que registra apenas 4%.
A pesquisa, realizada entre os dias 13 e 17 de agosto, ouviu 1.482 eleitores com 16 anos ou mais, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
Queda na aprovação de Zema
O levantamento também apontou que a aprovação do governador Romeu Zema caiu para 55%, o menor índice registrado desde abril do ano anterior — uma queda de sete pontos em relação à pesquisa anterior, realizada em fevereiro, quando o índice era de 62%. A desaprovação subiu de 30% para 35%, enquanto 10% não souberam ou não responderam.
Sobre a possibilidade de Zema indicar um sucessor para governar o Estado, a opinião da população está dividida: 48% dos mineiros disseram que ele não merece indicar alguém, enquanto 46% acreditam que merece — uma diferença dentro da margem de erro, indicando empate técnico.
Comparativo com pesquisa anterior
Em fevereiro de 2025, outra rodada da Genial/Quaest já mostrava Cleitinho na liderança, com 33% das intenções de voto, contra 16% de Kalil, 8% de Pacheco e 4% de Simões. Naquela ocasião, a aprovação de Zema estava estável, em 62%.
Divulgação em diferentes veículos
A pesquisa foi amplamente repercutida em veículos como UOL, R7, Estadão/InfoMoney e O Estado de Minas, que destacaram a liderança de Cleitinho e o desempenho da gestão de Zema — com enfoque na queda da aprovação e no ambiente eleitoral incerto para o sucessor de Zema.
Conclusão
A mais recente pesquisa Genial/Quaest confirma que Cleitinho segue consolidado como líder na corrida eleitoral para o governo de Minas Gerais em 2026, enquanto a aprovação de Romeu Zema registra queda sensível. O apoio do governador ao seu vice, Mateus Simões, ainda não se reflete nas intenções de voto — e a sucessão segue em aberto, com eleitores divididos sobre o direito de Zema de indicar seu sucessor.

