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Influenciador “Drake de BH” vira réu por porte de arma com identificação adulterada 

Justiça converte em preventiva a prisão do Drake de BH por porte de arma de uso restrito

Foto: Reprodução/Instagram

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e tornou réu o influenciador Thiago Henrique dos Reis Pedra, conhecido como “Drake de BH”, por porte ilegal de arma de fogo com identificação adulterada. A decisão é do juiz Joaquim Morais Júnior, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte.

De acordo com a denúncia, o caso aconteceu na noite de 2 de março, durante uma operação da Polícia Militar de Minas Gerais na avenida Barão Homem de Melo, na região Oeste da capital. Os militares perceberam que um veículo mudou bruscamente de direção ao notar a blitz, o que levantou suspeita e motivou o acompanhamento.

O motorista foi abordado pouco depois. Segundo os policiais, ele demonstrava nervosismo e chegou a tentar se afastar da equipe. Durante a busca no carro, foi localizada uma pistola calibre 9 mm. Ainda conforme o registro, ao ser questionado, o influenciador afirmou ter comprado a arma por R$10 mil, alegando que vinha sofrendo ameaças. No entanto, ao verificarem o número de série, os militares constataram que o armamento já havia sido apreendido em 2022, em Juatuba, durante uma investigação de homicídio. 

Thiago Henrique dos Reis Pedra foi preso em flagrante no local. Posteriormente, durante audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva. Agora, com o recebimento da denúncia, ele passa à condição de réu e responderá ao processo, que tramita sob o número 5024550-54.2026.8.13.0024.

Relembre o caso

A prisão do influenciador ganhou repercussão à época, principalmente pela tentativa de evitar a abordagem policial. Segundo a PM, a mudança repentina de rota ao avistar a blitz foi determinante para a suspeita inicial. A descoberta de que a arma apreendida já havia sido utilizada em um contexto investigativo anterior, ligado a um homicídio, agravou ainda mais a situação.

Desde então, o caso segue na Justiça, e agora entra em uma nova fase com a formalização da ação penal.

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