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Investigações sobre assassinato de PM em Monlevade próximas de serem concluídas

Regional de Monlevade segue no caso - Foto: Cíntia Araújo/DeFato Online

A Polícia Civil em João Monlevade está próxima de concluir as investigações que envolvem o assassinato do 3º sargento Célio Ferreira Souza, da 17ª Cia. de Polícia Militar Independente, ocorrido no último fim de semana. Segundo o delegado chefe da 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil, Paulo Tavares, as diligências ainda são mantidas em sigilo. Contudo, algumas incoerências sobre o caso foram elucidadas. Além disso, uma coletiva de imprensa deve ser marcada para sexta (4) ou segunda (7), em Monlevade.

Célio Ferreira foi morto em operação contra o tráfico de drogas – Foto: Reprodução/Facebook

Os dois suspeitos de matarem o policial militar foram presos horas após o crime e dividem a mesma cela o presídio de João Monlevade. A reportagem obteve informações da situação dos dois suspeitos. Segundo relatos, eles estão na mesma cela, junto a outros presos. Nenhum dos dois demonstra arrependimento pelo assassinato do 3º sargento Célio Ferreira Souza. Além disso, outro homem, preso no mesmo dia e apontado como chefe do tráfico no bairro São João, está preso em outra cela, separada dos suspeitos.

Relembre o crime

O crime foi na noite de sábado para domingo. Célio Ferreira foi assassinado justamente no combate ao tráfico de drogas. Ele, que estava de plantão no comando do Tático Móvel, atendeu a uma ocorrência de um pai, que acionou a PM, informando que dois homens iriam até sua casa para matar o filho, que é menor de idade e usuário de drogas. O sargento Célio foi ao local, acompanhado de dois policiais. Os jovens foram surpreendidos pelos militares, e acuados, fugiram correndo. Célio alcançou um deles, apontado como C.R.R.M., que completou 18 anos no dia 18 de julho. Este, de posse um revólver calibre 38, deu pelo menos três disparos, sendo um fatal, que acertou a cabeça do policial.

 

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