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Lázaro invadiu fazenda, roubou queijo, carregador de celular, R$ 30 e fugiu

Lázaro invadiu fazenda, roubou queijo, carregador de celular, R$ 30 e fugiu

Foto: Agência O Globo

Na última sexta-feira (18), o caseiro Aleilton Carvalho, morador da região de Cocalzinho de Goiás, contou que Lázaro Barbosa – conhecido como serial killer do DF – invadiu a fazenda de um vizinho e roubou itens da casa. O homem relatou que o suspeito arrebentou a porta, entrou no local e fugiu em seguida.

“Ele invadiu a casa, pegou um queijo, um carregador e R$ 30. O menino que mora lá informou para nós que ele revirou o guarda-roupa caçando mais outras coisas”, narra o caseiro.

O morador falou que Lázaro, suspeito de matar uma família em Ceilândia, antes de invadir o local, foi visto na mata perto de uma fazenda. Aleilton diz que o dono da propriedade chamou os policiais e ligou para ele assim que viu o criminoso.

Chegando ao local, o caseiro afirma ter visto um rastro de sapato que pode ser de Lázaro Barbosa. “A polícia confirmou que era o rastro do tênis dele. Estava molhado ainda e tinha pouco tempo que ele tinha passado lá. A polícia chegou muito perto ontem”, explica o caseiro.

Quase duas semanas

Nesse domingo (20), a força-tarefa organizada na busca a Lázaro Barbosa chegou ao décimo segundo dia de trabalho. A polícia reforçou bloqueios nas estradas que ligam o distrito de Cocalzinho de Goiás a outros municípios. Até a noite deste sábado (19), um efetivo de 270 policiais procuravam o criminoso. Agora, eles trabalham com a hipótese de que ele possa coagir alguém a levá-lo no porta-malas do carro.

Em entrevista ao Correio Braziliense, um dos agentes afirmou que já é possível perceber a movimentação de motoristas deixando a área rural da região por medo do criminoso. Além disso, os moradores de zonas mais isoladas têm procurado espaços com melhor conexão e sinal de celular no perímetro urbano.

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás afirma que as equipes estão cada dia mais conhecedoras das peculiaridades da área de atuação e do perfil de ação de Lázaro. A operação será mantida de forma intensiva, com ajuda das polícias militar e civil de Goiás e do Distrito Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE-DF).

* Com informações do jornal O Globo

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