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Monlevadense é único representante de Minas Gerais em curso de segurança em Miami

Rômulo Lopes (ao fundo, de ócúlos laranja espelhado), é único representante do estado em curso da polícia em Miami - Foto: Divulgação

Trabalhar na segurança de chefes de estado, governadores, ou até de famosos e celebridades. Sabe aqueles seguranças que vemos junto aos presidentes, por onde eles forem? Então, o agente penitenciário Rômulo Lopes, monlevadense que trabalha no presídio de São Domingos do Prata, está apto a isso. Ele foi o único representante de Minas Gerais no curso Personal Segurity Dignitary (PSD).  Traduzido para o português, o curso é definido como Proteção de Dignitário. A capacitação ocorreu no mês de setembro, em Miami, nos Estados Unidos.

O curso é concorrido e ministrado por policiais da SWAT, grande corporação de segurança pública. Além de Rômulo, participaram um tenente coronel do Mato Grosso do Sul, um delegado da Polícia Civil de São Paulo e ainda, um segurança pessoal do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. “Muitos questionam por que um agente penitenciário faz um curso como esse. Gosto de usar uma frase para responder esse questionamento. Sorte é quando a preparação encontra a oportunidade. Se prepararmos pensando no futuro, pode até demorar, mas a oportunidade um dia chega. Agradeço a Deus por mais essa oportunidade”, explicou

Teoria e prática

Rômulo Lopes (ao volante), ladeado pelo segurança do ministro do STF, Gilmar Mendes – Foto: Divulgação

A Proteção de Dignitário tem, entre as abordagens, questões teóricas e práticas. Os capacitados aprendem a conduzir o protegido em carro e como fazê-lo descer do veículo. Outra abordagem aprendida é na segurança do cliente em áreas de grande circulação, como shoppings. O uso de armas de fogo, como fuzis, também é destaque durante treinamento.

Aprendizado aplicado

Outro ponto destacado por Rômulo é que todo o aprendizado na Proteção de Dignitário pode ser usado em sua atual função. Enquanto agente penitenciário, as técnicas absorvidas por ele são utilizáveis para a condução de presos de alta periculosidade. Desta forma é possível trabalhar ainda na segurança do protegido e também da sociedade.

 

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