"(…) Para que a coisa funcione, não cabe tanto atraso (salarial). Não cabe mais. No Cruzeiro ou em qualquer outra equipe. A gente tem uma mania de lembrar casos de clubes que atrasam e seguem ganhando. É um em um milhão. Normalmente, quem ganha é quem está em dia. Cruzeiro tem que pensar em pagar em dia", disse.
O fim dos atrasos salariais foi um pedido de Luxemburgo em agosto, quando ele aceitou o convite para treinar o Cruzeiro. Naquela oportunidade, o clube contou com a ajuda de Pedro Lourenço, do Supermercados BH, parceiro do clube, para colocar parte dos vencimentos em dia.
Imagens – Ricardo Rocha é homem de confiança de Luxemburgo no Cruzeiro

