O laudo de 12 páginas, o qual a reportagem da Gazeta Esportiva teve acesso, foi assinado por Anderson Marcondes Santana Júnior, Daniela Cristina Silva Lima Ramos Guidugli e Giovana Giroto, pessoas que possuem deficiência auditiva bilateral de grau severo a profundo desde a infância.
Pelas imagens avaliadas, segundo os peritos, é impossível que a letra "m", que inicia a palavra "macaco", tenha sido proferida por Rafael Ramos. E nem mesmo o sotaque português poderia ter alterado isso.
Imagens – Edenilson, do Internacional, acusou Rafael Ramos chamá-lo de macaco

