Aos 172 anos, Itabira carrega em seu colo personagens muito importantes à sua história. São muitas as personalidades que contribuem com a narrativa da cidade. Para fechar com chave de ouro, o poeta que não é de Itabira, mas do mundo: Carlos Drummond de Andrade.
Carlos Drummond de Andrade
Drummond construiu uma das obras poéticas mais vigorosas da língua portuguesa. Poeta do mundo, saiu de Itabira para Belo Horizonte e daí para o Rio de Janeiro. Formou-se em Farmácia, mas nunca exerceu o ofício. Foi funcionário público: auxiliar de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da da Educação e Saúde Pública do governo de Getúlio Vargas, entre outros cargos.
Dedicou grande parte da sua obra à cidade natal, universalizando-a. Quem lê o que Drummond escreveu sobre Itabira, em prosa ou em verso, não tem dúvida: era um apaixonado pela cidade. “Minha pátria é Itabira”, declarou em carta ao escritor espanhol Domingos Gonzalez Cruz.
Filho de Carlos de Paula Andrade e de Julieta Augusta Drummond de Andrade, o poeta nasceu em Itabira no dia 31 de Outubro de 1902, e morreu na capital fluminense em 17 de agosto de 1987.
