A 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil de João Monlevade (4ª DRPC), concluiu as investigações sobre o assassinato de J.B., que ocorreu no último dia 4. O delegado Alex Dalton foi o responsável por finalizar o relatório do caso, que aponta como principal suspeita, E.M.S. dos S, presa horas depois do crime. O assassinato chocou o município, devido à violência. A vítima foi assassinada a golpes de marreta e teve a face e o crânio esmagados. O crime foi em uma casa, à rua Mato Grosso, no bairro Satélite.
Segundo informações da Polícia Civil, o motivo do crime foi torpe, ou seja, as alegações feitas pela suspeita não justificam o homicídio. A mulher declarou em depoimento que teve uma briga com a vítima, devido a um vídeo visto por elas. Depois ela afirmou que a vítima teria furtado remédios de uso controlado do irmão dela. Por fim, a suspeita afirmou que”vozes” pediram que ela cometesse o assassinato. Ainda que as falas sejam desconexas, os policiais destacam que alegar possível insanidade mental cabe ao Ministério Público.
Investigações
A Polícia Civil concluiu as investigações em 10 dias. Inicialmente nenhuma hipótese sobre a motivação do crime foi descartada. Todas as linhas de investigação foram analisadas, como possível tráfico de drogas, o relacionamento entre as vítimas e até mesmo a participação de terceiros. Agora, o inquérito será entregue à Justiça.
Relembre o caso
Logo após o crime, a suspeita fugiu e invadiu uma residência, onde fez um idoso de refém. Essa casa fica à rua Itabira, também no bairro satélite. A Polícia Militar foi até o local, e fez uso de bomba de efeito moral para que a mulher se entregasse, o que não ocorreu. Quando os militares conseguiram entrar, ela tentou fugir e, ao ver que seria alcançada, tentou agredir um policial, que a atingiu com dois tiros, acertando a perna para contê-la. A mulher foi levada ao Hospital Margarida, onde passou por cirurgia. Ela está presa preventivamente e continua internada, sob a guarda do sistema prisional.

