Instituído em setembro do ano passado, o programa “Caixa D’Água Social” ainda não emplacou em Itabira. Conduzido pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), o projeto tem por objetivo o fornecimento e instalação de caixa d’águas em determinadas residências do município. Seu foco é a população de baixa renda inscrita no CadÚnico.
Comentado pela primeira vez em setembro de 2021, pela diretora-presidente do Saae Karina Lobo, o programa é uma das esperanças do município para combater o desabastecimento de água que acomete Itabira há anos. Porém, ele recebeu pouca adesão até o momento.
Nesta segunda-feira (15), à DeFato, Karina Lobo afirmou que o índice de inscrições, até aqui, foi muito baixo. Por isso, o Saae pretende mudar a estratégia de aproximação do projeto junto ao itabirano.
“Ele (projeto) está em andamento, teve um índice de inscrição muito baixo. O que estamos tentando fazer agora é uma aproximação reversa. Ao invés de esperar que a população venha até nós, pegamos a lista de todos aqueles que estão cadastrados no CadÚnico e o Saae está entrando em contato com eles”, disse.
Segundo Karina, o programa não recebeu nenhum cadastro nos primeiros cinco meses deste ano. Em 2022, foram 30, mas a grande maioria estava inapta a participar.
“A gente chegou a ter uns 30 inscritos. Aptos a ter a caixa d’água instalada apenas quatro, porque a maioria já tinha, só queriam uma adicional ou mais nova do que já tem atualmente. Neste ano não teve nenhuma distribuição”, explicou.

