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Coronavírus: maternidade em Maceió tem 15 bebês em estado grave

Coronavírus: maternidade em Maceió tem 15 bebês em estado grave

Foto: Ascom Sesau de Maceió

A Maternidade Escola Santa Mônica (MESM), em Maceió, informou nesta terça-feira (9) que tem 15 bebês, com Covid-19, em estado grave, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). A ala foi isolada para pacientes com confirmação ou suspeita da doença.

Considerada uma referência no estado no atendimento a gestantes de alto risco, a maternidade é gerenciada pela Universidade Estadual de Ciências da Saúde em Alagoas (Uncisal). Atualmente, sua capacidade de atendimento na UTIN é de 26 leitos.

Outros dois bebês, que estavam sob cuidados de terapia intensiva e tiveram teste negativo para Covid-19, foram remanejados para a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Convencional (UCINCo), que também tem capacidade para 26 leitos.

De acordo com nota oficial divulgada pela maternidade, nem todos foram infectados dentro da unidade. Alguns bebês já chegaram com Covid-19, transferidos do interior. Além disso, há casos de bebê que foram infectados pelas mães, que também estavam com a doença.

A maternidade informou que continua recebendo pacientes externos normalmente. “Salientamos ainda que estamos tomando medidas internas para reforçar a proteção dos nossos pacientes”.

Leia abaixo a íntegra da nota da maternidade Santa Mônica

“A Maternidade Escola Santa Mônica (MESM) informa que a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), neste dia 09 de março, encontra-se isolada para pacientes com Covid-19. Ao todo, estão na UTIN, neste momento, 15 bebês confirmados para a Covid-19. De acordo com o Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS), 02 bebês que estavam isolados, apresentaram testagem negativa e já receberam alta da UTIN, sendo transferimos para a Unidade de Cuidados Intermediários Convencionais (Ucinco). Informamos ainda que estamos recebendo pacientes externos normalmente. Salientamos ainda que estamos tomando medidas internas para reforçar a proteção dos nossos pacientes.”

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