Entre esta sexta-feira (31) e 1º de novembro, a Funcesi sediará o Curso de Atualização Científica em Ortopedia. Promovido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Seccional Leste, o encontro tem como objetivo discutir os avanços técnicos, os desafios e as novas práticas do setor com especialistas de várias regiões de Minas Gerais.
A realização do curso de atualização científica em Itabira tem potencial para deixar um legado duradouro na região, como a criação de núcleos de pesquisa e grupos de estudo em ortopedia. O evento conta com o apoio decisivo da presidência da Seccional Leste da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT-MG), o que facilitou sua organização.
A SBOT-MG possui sete seccionais em todo o estado, e em Itabira, o presidente doutor Edson Pereira Lima teve papel essencial na articulação do encontro, demonstrando iniciativa e assegurando a qualidade da programação científica.
Agnus Vieira, presidente da SBOT de Minas Gerais, salienta que as seccionais da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia reúnem profissionais altamente qualificados, que se destacam em congressos e publicações científicas em todo o país. “Em Itabira, não é diferente — a cidade conta com especialistas de alto gabarito, que desenvolvem práticas ortopédicas modernas e oferecem atendimento de excelência aos pacientes.”
A programação do evento abordará diversos desafios atuais da ortopedia, incluindo lesões no ombro, cotovelo, quadril, punho e coluna, além de novas técnicas de abordagem e tratamento. Segundo os organizadores, cada fratura apresenta particularidades que variam conforme o perfil e o estilo de vida de cada paciente, o que torna a prática ortopédica sempre desafiadora.
O encontro em Itabira será marcado por inovações, atualizações e pelo aperfeiçoamento de técnicas já consolidadas, com foco na troca de conhecimento e na melhoria contínua da qualidade dos atendimentos.
“Realizar um evento como este fora da capital é fundamental para aproximar profissionais, trocar experiências e fortalecer o conhecimento científico. No interior, o nível técnico é muito alto, e essa interação permite aprendizado mútuo, além de valorizar e reter talentos que muitas vezes não têm facilidade de participar de encontros nos grandes centros”, finaliza o presidente Vieira.

