Se quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela. Quando ele tira um osso, ele oferece um pacote de ração pedigree. O trocadilho animal é devido uma história que começou de forma triste, mas que teve um desfecho positivo. Na tarde de ontem, o portal DeFato contou a história do Anakim, um caõzinho que foi jogado e abandonado em uma residência no bairro Panorama. Felizmente o filhote já foi adotado.
Logo quando soube do caso do filhote, Fernanda Fernandes, a nova responsável pelo Anakin, se entristeceu pelo ocorrido. Conforme ela, seu amor pelos animais é algo que vem de família e passa de geração para geração. Inclusive, o principal motivo da adoção foi o filho dela, de apenas 4 anos, que quando viu a foto do filhote chorou para que a mãe fosse buscá-lo.
“Eu vi ele chorando e não pensei duas vezes. Na mesma hora liguei e já fui até a casa da Thais. Agora Anakim tem uma família que vai dar muito amor e carinho”, contou Fernanda.
Ela também relatou que por mais que tenha achado o nome “Anakim” lindo, o filho já reservava outros planos para o filhote. Em seu novo lar ele vem sendo chamado de: “Puguinha”. “Eu gostei muito do nome dele, mas ele acabou sendo batizado de novo, é coisa de criança”, concluiu Fernanda.
Pena para maus-tratos
Recentemente, o plenário do Senado sancionou a lei que aumenta as penas para maus-tratos a cães e gatos (PL 1.095/2019). O texto foi aprovado na Câmara no final do ano passado e segue agora para sanção.
Com a legislação, a prática de abuso, maus-tratos, ferimento ou mutilação a cães e gatos resulta em pena de reclusão de dois a cinco anos, além de multa e proibição de guarda. O projeto alterou a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) para criar um item específico para cães e gatos, que são os animais domésticos mais comuns e principais vítimas desse tipo de crime.

