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Secretário adjunto de Saúde do Estado visita hospitais de Itabira

Secretário adjunto de Saúde do Estado visita hospitais de Itabira

Foto: Divulgação / GRS de Itabira

Durante a manhã desta quarta-feira (10), o secretário adjunto estadual de saúde, Marcelo Cabral, compareceu à Gerência Regional de Saúde (GRS) de Itabira. A presença teve como objetivo alinhar as ações dos municípios diante da onda roxa. O secretário também visitou os hospitais da cidade.

A visita do secretário estadual tinha como principal objetivo inspecionar a situação da cidade, bem como ficar a par das ações da GRS, conforme explica a diretora da Regional de Saúde, Maria Aparecida. “O secretário veio para ver de perto qual é a nossa realidade. E é muito bom que o estado acompanhe de perto”, disse.

Acompanhado do responsável pela referência técnica da regulação da GRS de Itabira, Maurício Marques, o secretário adjunto também visitou os hospitais da cidade. Segundo Maurício, a presença de Marcelo Cabral e o apoio do Estado neste momento é essencial, pois atualmente a nossa região “entrou em colapso”.

“Nós estamos hoje com 100% dos leitos ocupados em Guanhães, em João Monlevade e Itabira. Então, é muito importante poder contar com esse apoio no momento, para podermos traçar estratégias junto do estado de combate à Covid-19”, ponderou Mauricio.

Marcelo Cabral também falou e as visitas que estão sendo realizadas com o objetivo de, além de verificar o fluxo e a situação das ocupações, entender como intervir caso a situação fique mais crítica. 

“As nossas vistorias nos leitos, nos hospitais, reforçam o objetivo de levar o que está ocorrendo aqui à secretaria de saúde e seguir os nossos planos de contingência em todas as regiões”, afirmou.

Foto: GRS

Onda Roxa

Após uma reunião realizada na Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Piracicaba (Amepi), no último dia 5 de março, prefeitos de 18 cidades, entre elas Itabira, decidiram por aderir à onda roxa do programa Minas Consciente, do Governo de Minas Gerais. 

A decisão foi motivada pelo agravamento da pandemia e, principalmente, pelo risco iminente de desassistência nos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) específicos para Covid-19 na rede de saúde itabirana, que é referência para os municípios vizinhos.

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