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Minas confirma 5º caso de mpox em 2026 com novos registros em BH e Formiga

Minas confirma 5º caso de mpox em 2026 com novos registros em BH e Formiga

Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

Minas Gerais confirmou o quinto caso de mpox em 2026 e passou a monitorar um total de 41 notificações neste ano, segundo atualização da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG). Os dois registros mais recentes foram notificados na terça-feira (24). Entre as confirmações, está um novo caso em Belo Horizonte e outro em Formiga, no Centro-Oeste, que já evoluiu para cura.

A confirmação ocorre em um cenário de atenção nacional para a doença, que voltou a aparecer em diferentes estados. Embora o quadro clínico costume evoluir de forma leve ou moderada na maioria dos pacientes, autoridades de saúde mantêm a recomendação de identificação precoce e isolamento para reduzir a transmissão.

A mpox é causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus e pode ser transmitida principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais e objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas. Entre os sinais e sintomas mais comuns estão lesões na pele, febre, aumento de ínguas, dor no corpo, dor de cabeça, calafrios e fraqueza. O período de incubação costuma variar de 3 a 16 dias, podendo chegar a 21. 

A orientação da SES-MG é que pessoas com sintomas procurem uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação clínica e informem eventual contato com caso suspeito ou confirmado. Em caso de suspeita ou confirmação, a recomendação é manter isolamento até o fim do período de transmissão e não compartilhar itens de uso pessoal.

A vacinação segue uma estratégia de priorização para grupos com maior risco de formas graves, incluindo pessoas vivendo com HIV/aids com imunossupressão (em especial com contagem de CD4 inferior a 200 células/mm³ nos últimos meses), além de profissionais de laboratório em condições específicas de biossegurança e pessoas com exposição ocupacional direta a secreções e fluidos. 

A SES-MG reforça que o acompanhamento epidemiológico depende tanto do registro de suspeitas quanto da confirmação laboratorial, o que explica oscilações entre notificações e casos confirmados ao longo das semanas. Enquanto o número de confirmações ainda é baixo no estado, a recomendação é manter atenção aos sintomas, reduzir contato próximo com pessoas com lesões e reforçar a higiene das mãos, medidas que seguem sendo as mais eficazes para interromper cadeias de transmissão.

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