Um relatório recente do World Obesity Atlas, divulgado em março de 2023, trouxe dados preocupantes sobre a obesidade global.
Segundo o estudo, mais da metade da população mundial, cerca de 51% ou mais de 4 bilhões de pessoas, deverá estar obesa até 2035. Essa condição, que afeta todos os continentes, representa um desafio crescente para a saúde pública mundial.

Obesidade: definição e impacto econômico
A obesidade é medida pelo Índice de Massa Corporal (IMC), que é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado. Pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m² são classificadas como obesas. Além dos impactos na saúde, a obesidade gera um enorme custo econômico.
O tratamento das doenças relacionadas à condição está estimado em US$ 4 trilhões por ano, valor próximo ao gasto global com a pandemia de Covid-19 em 2020.
China entre os países com menor índice de obesidade
Apesar do cenário global preocupante, a China se destaca como uma das nações com menor proporção de população obesa, com apenas 18%. Esse índice coloca o país entre os mais saudáveis do mundo, especialmente quando comparado a outras grandes nações.
A baixa taxa de obesidade na China é um indicativo de hábitos alimentares e estilos de vida que ainda preservam a saúde da população.
Outros países asiáticos com baixa obesidade
Além da China, outros países asiáticos também apresentam índices baixos de obesidade. O Vietnã lidera com apenas 7% da população adulta obesa, seguido pelo Japão com 8%, Indonésia com 11% e Coreia do Sul com 12%. Esses números refletem padrões culturais, dietas tradicionais e políticas públicas voltadas para a promoção da saúde.
Estados Unidos: o país mais obeso do mundo
No extremo oposto, os Estados Unidos lideram o ranking mundial com 58% da população adulta em condição de obesidade, sendo considerado o país menos saudável segundo o relatório. Esse dado evidencia a necessidade urgente de ações para combater a obesidade e suas consequências no país.







