O Sistema Único de Saúde (SUS) está passando por uma grande transformação. Em um anúncio feito no dia 16 de setembro de 2025, o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) passou a ser o número utilizado para identificação no sistema, substituindo o antigo número do Cartão Nacional de Saúde.
Essa atualização foi anunciada pelo Ministério da Saúde e entrou em vigor na mesma data, com o objetivo de melhorar a integração de dados e simplificar o acesso dos brasileiros aos serviços públicos de saúde. Essa mudança faz parte de um esforço contínuo para unificar cadastros no SUS.
54 milhões de registros sem CPF já foram suspensos, sem prejudicar o acesso aos serviços. O plano é inativar 111 milhões de cadastros duplicados e inconsistentes até abril de 2026, alinhando o número de registros ao total de CPF’s ativos no país.

Como o CPF Facilita o Acesso aos Serviços de Saúde
A implementação do CPF como identificador único no SUS promete simplificar o uso de diversos serviços. Entre eles estão a Carteira Nacional de Vacinação Digital e os prontuários eletrônicos, que agora permitem integrar informações dos pacientes em diferentes cidades e estados. Isso traz mais eficiência e precisão ao atendimento médico.
Para aqueles que não possuem CPF, o atendimento continua garantido por meio de um cadastro temporário com validade de um ano. Grupos como estrangeiros, indígenas e ribeirinhos usarão o Cadastro Nacional de Saúde (CNS) para a identificação, assegurando que todos continuem a ter acesso aos serviços de saúde.
A substituição do Cartão Nacional pelo CPF ajuda a eliminar falhas e fraudes nos registros de saúde. Com essa mudança, o Brasil avança na consolidação de uma identidade digital única, o que facilita não apenas o acesso aos serviços públicos de saúde, mas também fortalece o combate a registros inconsistentes.







