A CBF apresentou o calendário do futebol feminino para 2026 com uma série de ajustes estruturais. A entidade reforçou que a nova gestão deseja ampliar diálogo com a imprensa. Membros afirmaram que a transparência será um pilar da temporada.
As mudanças contemplam expansão de datas, mais clubes e incremento nas cotas financeiras. A intenção é impulsionar a modalidade e corrigir defasagens dos últimos anos. A entidade destacou ainda que os formatos passam por revisão contínua.

O jogo único da Supercopa Feminina será disputado em campo neutro no dia 8 de fevereiro. A definição dessa configuração pretende dar maior visibilidade ao evento. Com o título do Palmeiras na Copa do Brasil, haverá clássico contra o Corinthians.
Competições nacionais ganham novos formatos e valores
A Série A1 começará em 15 de fevereiro e contará com 18 clubes pela primeira vez. O campeonato terá 26 datas e 167 jogos, um salto relevante em relação à edição anterior. A intenção é fortalecer o nível técnico e ampliar oportunidades às equipes.
As cotas da divisão principal dobraram e passam a ser de R$ 720 mil na fase inicial. A CBF informou que a medida busca reduzir desigualdades e garantir mais estabilidade aos clubes. Além disso, haverá premiações de até R$ 2 milhões ao campeão.
A Copa do Brasil feminina também sofreu ajustes e terá fases decisivas em jogos de ida e volta. O aumento de partidas deve ampliar a competitividade entre os 66 times participantes. Todas as partidas serão exibidas pelo canal oficial da entidade.
Outras categorias seguem a expansão da temporada
A Supercopa do Brasil terá 16 clubes e 134 jogos, com calendário distribuído entre março e setembro. A competição oferecerá vaga direta para a Copa do Brasil e ampliará datas para facilitar logística.
O Brasileiro A3 e as categorias Sub-20 e Sub-17 também receberam novos formatos. As tabelas incluem mais rodadas e transmissão integral das partidas. Para completar, a CBF confirmou apoio a atletas lactantes, custeando viagens com seus filhos.






