O Bahia segue demonstrando sua força no mercado da bola. O clube acaba de concretizar a compra em definitivo do meio-campista Rodrigo Nestor. O jogador, que já atuava por empréstimo, assinou um vínculo de longa duração, até o final da década de 2030.
A operação, de alto valor, consolida o atleta como peça fundamental no projeto esportivo do Esquadrão. A estratégia de negociação envolveu diferentes mecanismos financeiros. O valor total do negócio atingiu a marca expressiva de R$ 33,1 milhões.

Estrutura Financeira da Negociação
A aquisição foi dividida em etapas. Inicialmente, o Bahia já havia desembolsado R$ 9,4 milhões pelo empréstimo de um ano. Agora, para a compra definitiva, foram mais R$ 23,7 milhões. Esse valor foi composto por duas frentes principais de pagamento.
A primeira parte foi um desembolso direto de R$ 12,5 milhões ao São Paulo, que será parcelado nos próximos três anos. A segunda parte envolveu um acordo de dívidas entre os clubes. O Grupo City perdoou uma dívida de R$ 11,2 milhões que o São Paulo possuía pela compra de Nahuel Ferraresi.
Estratégia de Gestão e Projeção de Valor
Esse modelo de negociação, que mescla pagamentos e ajustes financeiros, não é novo para a diretoria do Bahia. A SAF tem utilizado essa flexibilidade em outras operações. O objetivo é otimizar o fluxo de caixa e fortalecer o elenco com qualidade.
A confiança em Rodrigo Nestor tem um aval importante: o do técnico Rogério Ceni. O treinador já conhecia o potencial do jogador de sua passagem pelo São Paulo. Naquela época, o meio-campista viveu sua melhor fase.
Com apenas 25 anos e formado em um clube tradicional, Nestor é visto como um investimento de futuro. A diretoria enxerga nele não apenas um reforço técnico imediato, mas o vê como um ativo que pode se valorizar e gerar lucro em venda futura.






