Cientistas britânicos estão investigando a relação entre abelhas rainhas e longevidade humana. A pesquisa se concentra nas diferenças entre as abelhas rainhas e operárias, que compartilham quase o mesmo DNA. As rainhas vivem vários anos e são férteis ao longo da vida, enquanto as operárias não passam de alguns meses. Este projeto está sendo conduzido na Advanced Research and Invention Agency (Aria), com financiamentos expressivos para estudos promissores.
Investigações sobre a longevidade das abelhas
O mistério da longevidade das abelhas rainhas despertou o interesse dos pesquisadores, pois suas descobertas podem ter aplicações significativas para humanos. As rainhas se alimentam exclusivamente de “geleia real”, um alimento rico em nutrientes e vitaminas, além de possuírem uma flora intestinal única. Estes fatores são suspeitos de facilitar suas longas vidas. Entretanto, apesar da popularização da geleia real, não há comprovação científica sólida de que ela aumente a longevidade humana.
Uma inovação promissora é o estudo do transplante de microrganismos intestinais das rainhas para as operárias. Esse procedimento aumentou a vida das operárias em testes. Apesar disso, não há provas reveladas de que as mesmas técnicas poderiam beneficiar humanos. O campo de estudo continua sendo interessante, com possíveis implicações para tratamentos que promovem um envelhecimento saudável.
Caminhos futuros para a pesquisa
A Aria estará financiando esses estudos em 2023. Com foco em projetos que podem transformar a sociedade, a agência apoia experimentos de alto risco e grandes recompensas. Contudo, ainda não foram divulgadas previsões concretas sobre o desenvolvimento de terapias para aumentar a longevidade humana. O próximo passo será aprofundar as investigações sobre a biologia das abelhas e como isso poderia ser aplicado em terapias humanas.







