O Fluminense está um passo mais próximo de se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) após a diretoria aprovar a proposta do BTG Pactual. Em setembro de 2025, a decisão será submetida à Assembleia Geral, onde todos os 59 mil sócios com mensalidades em dia poderão decidir o futuro do time carioca. A expectativa é de que pouco mais de 3,7 mil associados participem, baseando-se no quórum da última eleição presidencial.
Proposta do BTG Pactual: estrutura e administração
O BTG Pactual propôs a criação de um fundo de investimento envolvendo ilustres torcedores tricolores, entre eles André Esteves, proprietário do banco. A administração do fundo ficará a cargo da LZ Sports, uma divisão da Lazuli Capital especializada em investimentos no esporte.
A participação dos sócios na Assembleia Geral será essencial para a implementação da SAF no Fluminense. A última votação contou com uma baixa participação de sócios, apenas 20% dos aptos, o que destaca a importância de uma campanha de comunicação eficaz. A divulgação oficial dos detalhes do projeto aos associados está prevista para iniciar em setembro de 2025, buscando engajar um maior número de participantes.
Mário Bittencourt, atual presidente do Fluminense, foi escolhido para ser o CEO da futura SAF. Com seu mandato presidencial chegando ao fim, sua nomeação simboliza uma liderança estável para esta transição significativa no clube. Seu papel será fundamental na condução estratégica e na gestão de desafios rumo a esta nova era.
O movimento para se transformar em SAF representa não apenas uma tentativa de modernização, mas uma busca por maior estabilidade e crescimento financeiro. Com a proposta do BTG Pactual, o Fluminense almeja se alinhar a uma tendência já seguida por outros grandes clubes brasileiros.







