Lúcia Maggi, conhecida como a “rainha da soja”, é uma figura emblemática no agronegócio brasileiro. Junto com seu falecido marido, André Maggi, fundou o Grupo Amaggi em 1977, em São Miguel do Iguaçu, Paraná. A empresa começou como Sementes Maggi e, rapidamente, se tornou uma das maiores exportadoras de soja do mundo. Em 1979, a companhia expandiu suas operações para o Mato Grosso, região que se tornaria um ícone do cultivo de soja.
Após a morte de André em 2001, Lúcia assumiu o controle da empresa, tornando-se a principal acionista e liderando a expansão do grupo em um mercado competitivo. Em 2022, ela foi reconhecida pela Forbes como a mulher mais rica do Brasil, com uma fortuna estimada em US$ 6,9 bilhões, ocupando a 350ª posição na lista global de bilionários.
A nova realidade financeira
Recentemente, em 2025, Lúcia Maggi viu sua fortuna diminuir para cerca de US$ 1 bilhão, o que a colocou na 2.933ª posição do ranking da Forbes. Essa queda a afastou do título de mulher mais rica do país, mas ela continua sendo uma figura influente no setor agrícola. Ao lado dela, os irmãos Joesley e Wesley Batista, proprietários da JBS, também figuram na lista, cada um com um patrimônio de US$ 3,8 bilhões, ocupando a 948ª posição.
A lista da Forbes também destaca outros bilionários brasileiros de setores variados, como papel, celulose e fertilizantes. Nomes como Jorge Paulo Lemann, da AB InBev, e Alceu Elias Feldmann, da Fertipar, mostram a diversidade e o impacto econômico do agronegócio no Brasil, refletindo um setor robusto e em constante evolução.







