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“Onda verde não é sinônimo de rotina normal, mas de cuidado redobrado”, diz secretária

Onda verde não é sinônimo rotina normal, mas de cuidado redobrado

Foto: Divulgação

A partir deste sábado (5) Itabira adere a onda verde do Programa Minas Consciente. A informação foi confirmada pela Secretária Municipal de Saúde, Rosana Linhares. Ela também ponderou que a nova fase não é sinônimo de “tudo bem”. Na verdade, segundo Rosana, com a Onda Verde as responsabilidades aumentam e o município se vê na obrigação de reforçar os cuidados preconizados por especialistas.

“A Pandemia não acabou, apenas estamos em uma onda de controle diferente. Sem dúvidas a atual fase é uma conquista, porém não voltamos a rotina normal. Continuamos no novo normal e os cuidados precisam ser reforçados”, afirmou Rosana

Apesar de a onda verde ser uma importante conquista, é preciso lembrar que não se trata de uma situação definitiva. O município está passando por uma fase de teste, mas no atual ciclo o monitoramento será mais rigoroso. Para avançar para a onda verde, as cidades precisam estar há 28 dias consecutivos na onda amarela, sem sofrer retrocessos durante esse período. Mas para fazer o caminho contrário e regredir às ondas anteriores, são necessários apenas sete dias. “O vírus está entre nós, oferecendo risco e a única forma das pessoas não serem afetadas é seguindo as normas e as negras. O direito dado, só permanecerá se respeitarmos”, concluiu Rosana.

O controle do Minas Consciente, neste momento, terá impacto ainda maior sobre os estabelecimentos. Com o município na onda verde, fica autorizada a abertura de serviços não essenciais com alto risco de contágio. No entanto, as regras de higienização, de distanciamento social, uso de máscara e de quantidade máxima de pessoas – no caso 30 – nos ambientes, continuam em vigência.

“Todas as regras continuam vigentes. Não é porque entramos na onda verde, que voltamos a normalidade. As ondas são para dividir os estabelecimentos comerciais em maior e menor risco e todos devem seguir as regras”, pontuou Lauana Matozinhos, Secretária Adjunta de Saúde.

O que volta com a onda verde:

– Atividades artísticas, como produção teatral, musical e de dança e circo

– Cinemas, bibliotecas, museus, arquivos

– Parques, zoológicos e jardins

– Feiras, congressos, exposições, filmagens de festas, casas de festas, bufê

– Parques de diversão, discotecas, boliches, sinuca

– Bares com entretenimento (shows e espetáculos)

– Serviços de colocação de piercings e tatuagens

Minas Consciente

A nova formatação do programa Minas Consciente foi baseada nas informações fornecidas por diversas instituições e entidades de classe, com objetivo de auxiliar os municípios mineiros para que possam agir de maneira correta e responsável, mantendo os bons resultados apresentados pelo Estado na contenção da pandemia. O programa, criado pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sedese) e de Saúde (SES), estabelece critérios para a flexibilização das atividades na pandemia, a fim de levar a sociedade, pouco a pouco, à normalidade, por meio de um sistema de critérios e protocolos sanitários que garantam a segurança da população.

O plano setoriza as atividades econômicas por etapas. São elas: onda vermelha, referente aos serviços essenciais; onda amarela, serviços não essenciais; e onda verde, serviços não essenciais com alto índice de contágio pelo novo coronavírus.

Onda verde

Todos os estabelecimentos das fases vermelha e amarela permanecem autorizados a funcionar cumprindo as mesmas regras já impostas pelo Protocolo Único do Minas Consciente. A abertura dos serviços não essenciais da fase verde, que apresentam alto risco de contágio, necessita de muita cautela e cuidados por parte de todos para que não haja um descontrole da pandemia.

 

 

 

 

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