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Segundo maior diamante brasileiro é encontrado em Coromandel, no Alto Paranaíba (MG)

O maior diamante também foi encontrado no subsolo de Coromandel- Foto: ANM

Um diamante bruto de 646.78 quilates foi encontrado em maio de 2025 em uma área com Permissão de Lavra Garimpeira (PLG) regularizada, titulada e fiscalizada no município de Coromandel, Mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba e Microrregião de Patrocínio, segundo informações da Agência Nacional de Mineração (ANM).

A eventual venda do diamante, no mercado interno ou por meio de exportação, deverá seguir regras do Processo de Certificação de Kimberley (CPK), sistema internacional que impede o uso do mineral para financiar conflitos armados e atividade ilegais, da qual o Brasil é signatário, com a ANM como órgão responsável pela representação nacional no processo.

A área em questão possui autorização minerária vigente e é submetida a fiscalização rotineira pela Unidade Avançada da ANM em Patos de Minas, conforme estabelecido no artigo 17, inciso I, alínea “a” da Resolução ANM 106/2022, que assegura que as operações estejam dentro de critérios legais.

Cabe à ANM, a identificação e caracterização do lote, com informações como distribuição por peso e quilates, registro fotográfico, dados estimados do valor, origem da produção e previsão de destino.

Ao fim dessa etapa, o lote é conferido, embalado e lacrado por um fiscal do órgão, viabilizando a emissão do Certificado Kimberley, a partir dos requisitos plenamente atendidos.

Este é o segundo maior diamante registrado no Brasil, sendo que o primeiro foi encontrado também em Coromandel, em 1938, com 727 quilates e denominado de “Getúlio Vargas”.

O diamante foi declarado oficialmente no Relatório de Transações Comerciais (RTC) do Cadastro Nacional de Comércio de Diamantes (CNDC), em 29 de junho deste ano, pelo titular da PLG.

*Fonte: Agência Nacional de Mineração

 

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