Segundo maior diamante brasileiro é encontrado em Coromandel, no Alto Paranaíba (MG)
Este é o segundo maior diamante registrado no Brasil, sendo que o primeiro foi encontrado também em Coromandel, em 1938, com 727 quilates
Um diamante bruto de 646.78 quilates foi encontrado em maio de 2025 em uma área com Permissão de Lavra Garimpeira (PLG) regularizada, titulada e fiscalizada no município de Coromandel, Mesorregião do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba e Microrregião de Patrocínio, segundo informações da Agência Nacional de Mineração (ANM).
A eventual venda do diamante, no mercado interno ou por meio de exportação, deverá seguir regras do Processo de Certificação de Kimberley (CPK), sistema internacional que impede o uso do mineral para financiar conflitos armados e atividade ilegais, da qual o Brasil é signatário, com a ANM como órgão responsável pela representação nacional no processo.
A área em questão possui autorização minerária vigente e é submetida a fiscalização rotineira pela Unidade Avançada da ANM em Patos de Minas, conforme estabelecido no artigo 17, inciso I, alínea “a” da Resolução ANM 106/2022, que assegura que as operações estejam dentro de critérios legais.
Cabe à ANM, a identificação e caracterização do lote, com informações como distribuição por peso e quilates, registro fotográfico, dados estimados do valor, origem da produção e previsão de destino.
Ao fim dessa etapa, o lote é conferido, embalado e lacrado por um fiscal do órgão, viabilizando a emissão do Certificado Kimberley, a partir dos requisitos plenamente atendidos.
Este é o segundo maior diamante registrado no Brasil, sendo que o primeiro foi encontrado também em Coromandel, em 1938, com 727 quilates e denominado de “Getúlio Vargas”.
O diamante foi declarado oficialmente no Relatório de Transações Comerciais (RTC) do Cadastro Nacional de Comércio de Diamantes (CNDC), em 29 de junho deste ano, pelo titular da PLG.
*Fonte: Agência Nacional de Mineração




