Mais de quatro anos depois da tragédia do rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, a Samarco e suas acionistas, que são a Vale e a BHP Billiton, tiveram mais uma derrota na Justiça. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deu parecer contrário ao recurso das empresas, que, basicamente, pedia redução do valor de indenizações de danos a serem pagas aos atingidos.
Conforme parecer, a Matriz de Danos, elaborada pela próprias vítimas com apoio de alguns grupos e instituições, é a que prevalecerá para cálculo das indenizações. A Samarco queria que fosse levado em consideração a matriz elaborada pela Fundação Renova, que estabelecia números menores para pagamento. Apesar da vitória em segunda instância, é importante destacar que as empresas podem recorrer em instâncias superiores.

