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Greve dos caminhoneiros tem baixa adesão e rodovias seguem livres em Minas

greve dos caminhoneiros

Vídeo da PRF mostra estrada livre no Distrito Federal nesta manhã (Foto: PRF/Divulgação)

A greve dos caminhoneiros convocada para esta segunda-feira (1º) não teve grande adesão da categoria em Minas Gerais, segundo as autoridades de trânsito.

No início da manhã desta segunda-feira, um grupo de manifestantes tentou mobilizar caminhoneiros em dois postos de combustível na MG-050 e na BR-494 em Divinópolis, região central do estado. Porém, de acordo com a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), o movimento não foi bem-sucedido e o fluxo de veículos continuou normal. A mesma situação ocorreu na região de Igarapé.

Por meio de uma nota conjunta, o Ministério da Infraestrutura e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informaram que, às 9h de hoje, “todas as rodovias federais, concedidas ou sob gestão do Dnit, encontram-se com o livre fluxo de veículos, não havendo nenhum ponto de retenção total ou parcial”.

Greve na região

A greve dos caminhoneiros, programada para acontecer nessa segunda-feira (1º), está ganhando corpo nas rodovias da região. Mesmo em meio a informações desencontradas e lideranças ausentes, os caminhoneiros vem se organizando por meio de grupos de whatsapp.

Na BR-381, que liga Itabira e Belo Horizonte, muitos caminhoneiros foram vistos estacionando nos acostamentos. Eles ainda não sabem qual será o ponto de encontro nessa rodovia.

Convocada pela Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), integrante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a greve dos caminhoneiros conta também com a participação de muitos trabalhadores autônomos.

A ANTB representa cerca de 4.500 caminhoneiros em todo país e, no dia 13 de janeiro, afirmou que não veria problema em realizar uma paralisação durante a pandemia. Na última terça-feira (26), a greve recebeu apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL), uma das maiores entidades da categoria no país. A CNTTL possui 800 mil motoristas em sua base e orienta todos a aderirem à paralisação.

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