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‘Melhora da morte’: por que alguns pacientes graves melhoram pouco antes de morrer?

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'Minha avó melhorou pouco antes de morrer e minha mãe conseguiu ter por alguns momentos a mãe dela de volta, podendo se despedir', conta Samanta (Foto: Acervo pessoal)

Aos 14 anos, a gaúcha Alita Porto Reis passou a criar seus oito irmãos e irmãs após perderem a mãe. Décadas depois, por não conseguir engravidar, decidiu adotar uma garotinha, Ana Lúcia. E ao longo desses anos sustentou a todos com o dinheiro que obtinha ao cozinhar pratos alemães e lavar e costurar roupas.

Mas, por volta dos 70 anos, ela começou a perder a independência e a precisar de ajuda por causa da doença de Alzheimer. Com o tempo não conseguia mais comer, tomar banho e se vestir sozinha. Quase não reconhecia mais ninguém. Só que em seus últimos dias de vida, Alita teve uma melhora repentina.

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