Nos últimos meses, viajar para o Chile tornou-se mais acessível para os brasileiros. Atualmente, é possível encontrar passagens aéreas a partir de R$ 848, ida e volta, motivando muitos a explorar destinos como Santiago. Essa significativa redução de preços tem estimulado um fluxo intenso de turistas do Brasil para o país andino, mas o que está por trás dessa tendência?
Estratégias aéreas agressivas
Companhias aéreas de baixo custo, como Sky Airline e JetSmart, têm adotado estratégias inovadoras para atrair passageiros, como oferecer tarifas mais econômicas que incluem apenas itens pessoais e cobram à parte por bagagens adicionais. Essas iniciativas tornaram as viagens internacionais mais viáveis para uma maior quantidade de brasileiros.
A queda de preços também está estreitamente ligada à sazonalidade. Durante a baixa temporada no Chile, que vai de março a junho e de setembro a novembro, a demanda turística diminui. Isso, por sua vez, resulta em tarifas aéreas mais competitivas. Contrariando os meses de alta, como julho e dezembro, esse período menos concorrido é ideal para quem busca economizar sem abrir mão de viajar.
Saindo do Brasil, os voos mais em conta geralmente partem de principais capitais. Por exemplo, de Foz do Iguaçu para Santiago, as passagens custam a partir de R$ 823. Já de São Paulo, os preços começam em R$ 879. As variações de preço incentivam viagens de diferentes regiões do Brasil, aumentando significativamente o turismo para o Chile.
O interesse por viagens ao Chile tem crescido devido à queda nos preços das passagens e à popularização das tarifas aéreas de baixo custo. Apesar de custos adicionais, como bagagens, os preços gerais continuam atraentes. Essa combinação de viagens econômicas e a rica oferta turística do Chile torna o país um destino cada vez mais desejado pelos brasileiros.






