No futebol brasileiro, treinadores de peso estão assinando contratos milionários. Renato Gaúcho, no Fluminense, e Ramón Díaz, no Internacional, recebem valores próximos a R$ 1,5 milhão mensais. Essas contratações marcam reviravoltas em times tradicionais, com foco em resultados imediatos e títulos.

Ramón Díaz Chega ao Internacional
O Internacional anunciou Ramón Díaz como novo técnico, substituindo Roger Machado. O contrato vai até dezembro de 2026. O argentino superou a concorrência de Luis Zubeldía, apostando em um planejamento de curto prazo.
De acordo com o portal ge.globo, a experiência de Díaz pode impactar o elenco na reta final da temporada. O treinador busca convencer os jogadores com seu discurso motivador, diferentemente da visão de longo prazo de Zubeldía.
Detalhes Contratuais e Salário
As negociações incluíram salário base e bonificações por metas, como vaga na Conmebol Libertadores. O valor mensal deve girar em torno de R$ 1,5 milhão, similar à sua passagem pelo Corinthians em 2023, quando custou isso à comissão técnica.
Díaz reencontrará Gabriel Mercado e D’Alessandro, ex-companheiros do River Plate. Essa será sua terceira aventura no Brasil, após Vasco (2019) e Corinthians, onde venceu o Paulistão.
Curiosamente, o Botafogo o contratou em 2020, mas o demitiu antes da estreia. Emiliano D’Alessandro assumiu e perdeu três jogos decisivos.
Renato Gaúcho Retorna ao Fluminense
Enquanto isso, o Fluminense oficializou Renato Gaúcho na quinta-feira (3/4). O contrato até dezembro de 2025 garante R$ 1,5 milhão por mês, totalizando R$ 13,5 milhões. É o maior salário da história do clube.
A possibilidade de extensão por mais um ano anima os torcedores. Auxiliares Alexandre Mendes e Marcelo Salles completam a comissão.
Histórico Vitorioso no Tricolor
Renato tem seis passagens pelo Flu. Em 1996, como jogador lesionado, assumiu interinamente e evitou o rebaixamento, mas o time caiu para a Série B – e voltou logo depois.
Como técnico, brilhou: conquistou a Copa do Brasil em 2007 e foi vice na Libertadores de 2008. Sua última estada, em 2014, durou três meses, com demissão após eliminações no Carioca e na Copa do Brasil.






