No início de outubro, o Flamengo anunciou a contratação do pivô Lucas Doria. Com 28 anos e 2,03 metros de altura, o jogador chegou para reforçar o garrafão da equipe carioca, trazendo na bagagem experiências no basquete mexicano e um título paulista conquistado pelo Paulistano.
A chegada de Doria, porém, foi muito mais do que apenas um reforço técnico. O anúncio do clube, intitulado “Raiz rubro-negra!”, destacou a conexão profunda do atleta com o Flamengo, mostrando que vestir a camisa do time era a realização de um sonho antigo.
Nascido em 12 de agosto de 1997, Lucas Robinson Doria construiu uma trajetória sólida no basquete. Sua carreira começou em solo brasileiro, mas logo ganhou espaço internacional, com passagens marcantes por equipes do México, como o Fuerza Regia e o Gambusinos de Fresnillo.
Essas experiências fora do país contribuíram para seu amadurecimento e aprimoramento técnico. No retorno ao Brasil, ele se destacou com a camisa do Paulistano, onde foi peça importante na conquista do Campeonato Paulista de 2023.
Da universidade americana à Gávea
Antes de brilhar como profissional, Lucas também teve uma passagem importante pelo basquete universitário dos Estados Unidos. Jogando pela St. Edward’s University, ele desenvolveu uma versatilidade em quadra que se tornaria uma de suas principais marcas.
Essa formação internacional ajudou o pivô a unir técnica, força e inteligência tática — qualidades que chamaram a atenção do Flamengo. Ao chegar à Gávea, Doria não escondia o orgulho de vestir o manto rubro-negro e de representar o clube que admirava desde criança.
Assim, sua contratação marcou não apenas o reforço de um elenco, mas também a concretização de uma história de paixão e persistência. Para Lucas Doria, jogar pelo Flamengo foi mais do que um passo na carreira — foi a realização de um sonho de infância.






