Luciano Huck, amplamente conhecido como apresentador e empresário, teve um papel significativo no crescimento da grife carioca Reserva, uma marca de moda masculina que se destacou nacionalmente na última década. No entanto, muitos não sabem que Huck deixou de ser sócio da empresa em 2017.
A entrada na Reserva
A relação de Huck com a Reserva começou em 2011, quando ele se tornou sócio e investidor. Sua entrada coincidiu com um período de forte expansão da marca, que já era reconhecida por seu estilo irreverente e campanhas de marketing ousadas. Fundada em 2006 por Rony Meisler e Fernando Sigal, a Reserva cresceu rapidamente, beneficiando-se do apoio de personalidades influentes como Huck.
Após seis anos de colaboração, o vínculo empresarial entre Huck e a Reserva chegou ao fim de forma discreta, sem atritos. Desde então, seu nome não aparece mais em registros de participação societária da marca, embora ele mantenha uma boa relação pública com os fundadores. Essa saída foi marcada pela continuidade do sucesso da grife, que continuou a crescer e inovar no mercado.
Em 2020, a Reserva passou por uma transformação significativa ao ser adquirida pelo grupo Arezzo&Co, um dos maiores conglomerados de moda do Brasil, liderado por Alexandre Birman. A operação, que movimentou cerca de R$ 715 milhões, marcou o início de uma nova era para a grife, ampliando suas operações e alcance no mercado.
A trajetória de Luciano Huck na moda, especialmente sua associação com a Reserva, ilustra como a colaboração entre personalidades influentes e marcas pode impulsionar o crescimento e a visibilidade. Embora sua participação tenha terminado, o legado de Huck na marca permanece, refletindo a dinâmica do setor de moda no Brasil.





