A Irlanda alcançou o primeiro lugar no Nomad Passport Index de 2025, conforme anunciado pela consultoria Nomad Capitalist. Este ranking avalia 199 passaportes mundiais, não apenas pela liberdade de viagem, mas também por fatores como sistema tributário, percepção global e possibilidade de dupla cidadania. A Irlanda se destacou graças a sua reputação internacional positiva e políticas fiscais atraentes.
Critérios essenciais do Nomad Passport Index
O Nomad Passport Index utiliza cinco critérios principais para classificar os passaportes: viagens sem visto (50% da pontuação total), tributação (20%), percepção global (10%), dupla cidadania (10%) e liberdade pessoal (10%). Estes aspectos ajudam a determinar o “valor real” de um passaporte, indo além de simples privilégios de viagem e abrangendo outros fenômenos como qualidade de vida e direitos dos cidadãos.
Em 2025, a Irlanda destacou-se por sua política de flexibilização da cidadania e um sistema tributário favorável, que juntos impulsionaram o país à primeira posição no ranking. Anteriormente, em 2020, o país ficou próximo da liderança, empatando com Luxemburgo e Suécia.
Impacto dos rankings na mobilidade global
A liderança da Irlanda evidencia a importância estratégica das políticas de cidadania e tributação. Este sucesso não só reafirma a força do passaporte irlandês, como também destaca a relevância das políticas nacionais de ampliação dos direitos e liberdades de seus cidadãos. Países como Luxemburgo e Suécia mantiveram suas posições relevantes, refletindo em suas políticas eficazes.
O Nomad Passport Index serve como uma importante ferramenta para quem considera adquirir uma nova cidadania, auxiliando na análise dos benefícios oferecidos por cada passaporte. Essa conquista da Irlanda é um exemplo de como a gestão de políticas internas pode repercutir na arena internacional, consolidando sua posição de destaque no cenário global.







